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Dos nove recursos que chegaram ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contestando a diplomação de governadores eleitos em 2010, três já estão em fase de produção de provas e um deles diz respeito a Alagoas, O ministro Arnaldo Versiani é relator dos recursos que contesta a diplomação do governador Teotônio Vilela

A coligação de Ronaldo Lessa derrotada nas eleições, pediu a cassação de Téo sob o argumento de que ele teria praticado compra de votos e utilizado, para tanto, a distribuição de combustíveis para aproximadamente 2.500 veículos que participaram “da maior carreata da história de Maceió”.

A coligação pediu ao TSE que solicitasse as provas colhidas pela Polícia Federal para comprovar as irregularidades. Ao despachar nesse processo, o ministro Versiani determinou o envio de ofício à Superintendência da Polícia Federal de Alagoas para que informe se foram instaurados inquéritos policiais e, caso positivo, se há alguma previsão para a conclusão desses inquéritos.

Além disso, questionou à PF se eventual solicitação de cópia integral dos inquéritos implicariam embaraço ao curso das investigações.

Em relação a outros documentos solicitados pelo autores dos recursos, o ministro ressaltou que podem e devem ser conseguidos pelos próprios autores perante o Tribunal de Contas do Estado. Essas provas devem ser apresentadas também em 30 dias.

Em relação às seis testemunhas indicadas pela acusação, o ministro autorizou que três sejam ouvidas e pediu esclarecimento sobre a pertinência de se ouvir as outras três