Lourdes Rizzatto Rs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=true

Conversando com amigos sobre a falta d´água em Arapiraca surgiu uma polêmica sobre a expressão “baciada”. A maioria comentou sobre o inconveniente e o sufoco que é tomar banho de bacia, de cuia ou de balde em qualquer situação. Eu e Silvestre defendemos que isso é relativo e fomos quase execrados. Sem espaço para defender nosso ponto de vista fomos sucumbidos por comentários vorazes que até hoje ecoam em minha mente.

Queremos deixar claro que também concordamos que há inconvenientes, mas que não podemos compartilhar da opinião que a “baciada” é tenebrosa até para as crianças. Então, como resposta aos nossos “radical friend´s” estamos postando uma “baciada” poética. O personagem principal é o pequeno Mateus Lima. As fotos - clicadas antes do assunto polêmico em questão - foram tiradas sem a intenção de ensaio fotográfico, mas sim de registro de um momento de Mateus com o avô Juvenal, a irmãzinha Ana Beatriz e a priminha Julinha.

O texto foi feito especialmente para esta postagem, espero que ... a nossa mensagem seja alcançada!

Posso me deliciar?
Como posso?
Posso!
Envolto a proteção,
Sou vigilante e vigiado,
Sou posto à prova,
Experimento a liberdade
e o receio do novo.
Arrisco ... e,
descubro o sabor de novas experiências.