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Com 3.188 casos registrados e 85 mortes, sendo doze delas registradas em apenas entre terça e quarta-feira, muitos arapiraquenses vêem com preocupação a reabertura do comércio, prevista para ocorrer no próximo dia 1º de julho, conforme anunciado pelo Governo do Estado.

Arapiraca, por ser uma cidade polo na região Agreste, recebe diariamente quase meio milhão de pessoas oriundas de cidades vizinhas, que buscam serviços, atendimentos médico e bancário, compras no comércio, nas redes atacadistas, entre outros.

Com a reabertura do comércio e, consequentemente o aumento da circulação de pessoas nas ruas, a proliferação desenfreada do vírus pode ocorrer em questão de dias. Se isso ocorrer, a saúde de Arapiraca poderá entrar em colapso, visto a pouca disponibilidade de leitos hospitalares na cidade.

Enquanto o poder público garante que a fiscalização e os cuidados serão tomados de forma rígida após a reabertura, esses mesmos cuidados não estão sendo tomados durante a quarentena.

Ao que se percebe, a fiscalização ocorre em sua maioria na região central, enquanto na periferia a população segue vivendo normalmente, com aglomerações, estabelecimentos abertos e sem receber orientações básicas de higiene e cuidados com a doença.

A prova disso? Basta acompanhar a evolução dos números.