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Para acompanhar a qualidade da água que chega nas torneiras de dez municípios do agreste alagoano, no último mês de março, a Agreste Saneamento superou a marca de 7.400 análises realizadas na Estação de Tratamento de Água de Arapiraca, monitorando além de aspectos microbiológicos, características como turbidez, temperatura, cor, pH e cloro residual livre. Em fevereiro, foram mais de 8.000 análises.

Seguindo as normas exigidas pelo Ministério da Saúde, de acordo com Mikael Vasconcelos, supervisor operacional da Agreste Saneamento, a cada duas horas são realizadas avaliações que permitem acompanhar os padrões de qualidade da água, monitorando os parâmetros físico-químicos e microbiológicos da água destinada ao abastecimento público, desde seu estado natural, água bruta, até a distribuição para consumo.

“Quando abrimos a torneira em casa e utilizamos milhares de litros de água por dia não imaginamos a complexidade do processo e os cuidados necessários. São diversas etapas de tratamento até garantir um produto final de qualidade à população. A água é levada por dutos até a Estação de Tratamento, é lá que o processo é iniciado e a cada duas horas, realizamos testes de qualidade para acompanhar a eficácia do tratamento da água, com coleta e análise, avaliando, por exemplo, a temperatura, cor, turbidez e o pH da água”, explica.

No Brasil, quem determina o padrão de qualidade da água é o Ministério da Saúde. Atendidas as exigências da Portaria de Consolidação N° 5 de 2017, anexo XX, do Ministério da Saúde, bem como aos normativos da Vigilância Sanitária do Município, o consumidor pode contar, com confiança, com água de qualidade, acessível e fornecida pela rede pública de abastecimento.