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Um dia após a tragédia de Brumadinho, Minas Gerais,  que chocou o mundo,  onde mais de cem pessoas morreram soterradas com o estou da barragem da Mineradora Vale,  o presidente da Câmara Municipal de Arapiraca, Léo Saturnino (MDB), convidou os Ministérios Públicos Federal e Estadual,  a Defesa Civil do Estado, prefeitura, universidades federadal e estadual,  secretarias estadual e municipal do Meio Ambiente, IMA e OAB, subseçao de Arapiraca, para discutir o assunto. 

Dando inicio as primeiras conversações,  ele esteve reunido na última quinta-feira (30), com os representantes das Comissões da OAB, Augusto César Jatoba,  presidente da Comissão do Meio Ambiente, o presidente da Comissão de Direitos Humanos e Waltencir Félix,  presidente da Comissão de Cidadania. 

Durante o encontro, que aconteceu na sala de reuniões da Câmara Municipal de Arapiraca, ficou definido que seriam realuzadas mais três reuniões. A primeira acontecerá no dia 13 deste mês, quando será narcada a primeira Audiência Pública com a presença de representantes de todos os poderes para tratar das questões das duas barragens exustentes em Arapiraca: Bananeiras e Perucaba, que não apresentam risco de acidentes, segundo relatório de Segurança de Barragens da Agência Nacional de Águas (ANA).

O Legislativo pretende, a partir da próxima segunda-feira (4), manter com a OAB, os primeiros contatos com as universidades, uma vez, que elas têm especialistas em geologia para integrarem a Comissão de Estudos e consequente,  evitar tragédias como as de Mariana e Brumadinho, onde ambas deixaram um saldo de mais de 200 mortos e quase 300 desaparecidos.  

Léo Saturnino informou, que já foram encaminhados e protocolados ofícios para as universidades e outros órgãos que participarão das reuniões e que para o Ministério Público,  já estará sendo entregue na próxima semana.

"Queremos com isso, na condição de Poder Público,  evitar que isso possa voltar a acontecer no nosso município, porém,  para isso, temos que discutir exaustivamente o assunto , com a participação efetiva, da própria população " , disse Léo Saturnino,  acrescentando,  que é dever dos gestores,  se antecipar aos fatos que possam provocar tragédias e consequentemente, mortes como nas duas barragens", concluiu Léo Saturnino.