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Com a presença  de membros do Conselho Municipal de Saúde, líderes comunitários, professores e presidentes de partidos políticos, a Câmara Municipal de Arapiraca, realizou na noite desta terça-feira (10), sessão ordinária, onde foi discutido o afastamento da presidente do Conselho Municipal de Saúde, Maria Aparecida Santos, a Cida do Bolo, que também esteve presente.

Sempre chorando, jutstamente quando os oradores, principalmente integrantes da sociedade organizada,  presidentes  de partidos e dirigentes sindicais faziam a sua defesa, Cida do Bolo disse que há mais de vinte anos trabalha em benefício da comunidade.

A presidente da Câmara Municipal de Arapiraca, Professora Graça, abriu o espaço para que os representantes de entidades representativas também fizessem o uso da palvra e externassem suas opiniões.

Em todas elas, a palavra de ordem foi uma só: que a atitude do Conselho de Ética foi preciptada e considerada injusta, principalmente por não ter dado a oportunidade de defesa para a presidente afastada, Cida do Bolo.

Em determinados momentos, quandos os ânimos eram alterados, onde algumas pessoas chamavam a secretária Aurélia Fernandes, de “Coronel de Saia”, a presidente do Legislativo pedia moderação na linguagem e tratamento do assunto.

Por várias vezes, presidentes de partididos políticos, sindicalistas e líderes comunitários afirmaram que houve uma perseguição política por parte da gestora da pasta da Saúde e afirmavam a todo momento que os atuais representantes do Conselho Municipal de Saúde, não os representavaam e pediam o seu afastamento e o retono da Cida do Bolo.

Por sua vez, os vereadores Willomaks da Saúde, Léo Saturnino, Rogério Nezinho, Gilvania Barros, Pastor Marcos Caetano, Sérgio do Sindicato, Moisés Machado e Dr. Fábio foram unanimes em afirmar que houve injustiça por parte do Conselho de Ética e pediram que houvesse uma reunião para tratar do assunto.

A Professora Graça, ao encerrar os trabalhos, parabenizou a todos os partcipantes pela maneira democrática como o assunto foi abordado, porém, deixou claro a sua opinião, ao classificar como falta de diálogo e até de bom sendo tratar a questão. Segundo ela, o problema que devia ter sido resolvido dentro do próprio Conselho de Ética, chegou ao conhecimento da sociedade.

Ela reiterou que é preciso que haja imparcialidade nas discussões de assuntos tão importantes assim, para que as pessoas envolvidas, não possam ser prejudicadas sem o direito de defesa.