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A quebra de braços entre o Sindicato dos Trabalhadores da Educação de Alagoas (Sinteal/AL) e a Prefeitura de Arapiraca ganhou um novo capítulo na manhã desta terça-feira (4), quando um grupo de professores realizou um protesto pelas ruas centrais da cidade.

Durante a manifestação, os professores voltaram a exigir o reajuste salarial de 7,64%, reivindicação que vem inviabilizando o início das aulas na rede municipal, que já se encontra em greve há praticamente 60 dias, prejudicando cerca de 32 mil alunos.

Por outro lado, a Prefeitura alega que encontra-se no limite de comprometimento com a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) e que caso esse aumento aumento seja concedido o município ultrapassaria tal limite, deixando de receber mais de R$ 178 milhões que já estão garantidos para a realização de obras na cidade ainda este ano, a exemplo da revitalização do Centro da cidade, construção do centro de convenções, pavimentação de várias ruas, entre outros.

O grupo também repudiou os descontos nos salários dos profissionais pelos dias não trabalhados

Ainda durante o ato, que terminou na Câmara Municipal, os manifestantes também citaram a condição precária em que se encontram algumas escolas que, na gestão da ex-prefeita Célia Rocha, receberam recursos para serem reformadas, porém, as melhorias não ocorreram na prática.