O que tem a base?



Por Victor Silva

A torcida do ASA parece ter assumido uma certa arrogância típica de torcedor de um dos clubes da capital. E, convenhamos, esse era o maior medo de muitos, pois, enquanto estivemos na Série B, o campeonato Alagoano era uma mera pré-temporada para muitos.

Agora nos deparamos em ter que recomeçar, trabalho iniciado em 2015 e que devemos colher os frutos em breve, mas, para muitos, o descrédito só aumenta, principalmente com a possibilidade ventilada do alvinegro utilizar sua base na competição.

Mas, é mesmo necessário tanto descrédito? Em 2009, o ASA campeão alagoano tinha Júnior "Igaci" (Viçosa), vindo do pequenino clube daquela cidade, sem nenhum histórico ou perspectiva, e foi um dos, se não o, principal(is) jogador(es) daquela conquista. Tínhamos Paulão, um zagueiro vindo do desconhecido Universal/AL. Cal, da base, entre outros. E foi esse time-base que conseguiu o nosso tão sonhado acesso.

Já em 2011, fora alguns dos nomes já citados, víamos despontar um zagueiro, este criado nas categorias de base, que se tornara em 2015, melhor zagueiro do campeonato alagoano, pelo mesmo ASA. Sim, refere-se a André Nunes.

E, porque não podemos acreditar nessa base que está por vir? Jogadores que já demonstraram qualidade suficiente para serem elevados à categoria profissional. Time campeão alagoano da sua categoria, cheia de promessas. E que essas promessas calem a boca dos críticos, pois, o time de Arapiraca sempre foi assim, na descrença, fez-se crer.

Que venha 2016.



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