Victor Silva

O Core.

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Esta palavra vem ganhando cada vez mais força em nosso dia-a-dia, mas, o que é o Core?

O termo "core" é utilizado também na informática, e significa "núcleo"/"centro". São os grupos musculares responsáveis pela estabilização da coluna lombar e torácica. Sua estimulação deve ser constante, para manutenção da boa execução das atividades diárias.

O que poucos sabem é que pessoas com a região do core enfraquecidas tendem a ter mais chances de ter desvios de postura e lesões, usando a hérnia de disco como exemplo.

A estimulação deve ser feita, principalmente, por exercícios que promovam instabilidade, ou até mesmo com a isometria.

Os exercícios de instabilidade podem ser feitos com bola suíca ou o jump, ou atividades que promovam o equilíbrio do execuente. Já no caso da isometria, são exercícios que estabilizam e/ou mantém contraído o abdomen por determinado espaço de tempo.

O que tem a base?

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A torcida do ASA parece ter assumido uma certa arrogância típica de torcedor de um dos clubes da capital. E, convenhamos, esse era o maior medo de muitos, pois, enquanto estivemos na Série B, o campeonato Alagoano era uma mera pré-temporada para muitos.

Agora nos deparamos em ter que recomeçar, trabalho iniciado em 2015 e que devemos colher os frutos em breve, mas, para muitos, o descrédito só aumenta, principalmente com a possibilidade ventilada do alvinegro utilizar sua base na competição.

Mas, é mesmo necessário tanto descrédito? Em 2009, o ASA campeão alagoano tinha Júnior "Igaci" (Viçosa), vindo do pequenino clube daquela cidade, sem nenhum histórico ou perspectiva, e foi um dos, se não o, principal(is) jogador(es) daquela conquista. Tínhamos Paulão, um zagueiro vindo do desconhecido Universal/AL. Cal, da base, entre outros. E foi esse time-base que conseguiu o nosso tão sonhado acesso.

Já em 2011, fora alguns dos nomes já citados, víamos despontar um zagueiro, este criado nas categorias de base, que se tornara em 2015, melhor zagueiro do campeonato alagoano, pelo mesmo ASA. Sim, refere-se a André Nunes.

E, porque não podemos acreditar nessa base que está por vir? Jogadores que já demonstraram qualidade suficiente para serem elevados à categoria profissional. Time campeão alagoano da sua categoria, cheia de promessas. E que essas promessas calem a boca dos críticos, pois, o time de Arapiraca sempre foi assim, na descrença, fez-se crer.

Que venha 2016.

Palavras, apenas. Palavras pequenas. Palavras...ao vento.

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Todo mundo já está escaldado de saber da situação do tal Ciço. A ingratidão é um ponto recorrente no mundo da bola e, por mais que as pessoas apelem para o "ele é profissional", "ele sabe o que se passa na vida dele", o caráter deveria ao menos se sobressair, ou neutralizar as coisas. E, de fato, as coisas são assim. Só ele sabe o que se passa e deve saber o que é melhor pra ele.

Nunca se foi questionada a escolha em si. Mas, a forma como tudo se conduziu. Desnecessário fazer cena e chorar lágrimas de crocodilo quando se havia contato desde tempos atrás, desnecessário mentir pra amigos e fazer outros falarem que confiam na palavra dele e que tinham certeza de que no desdobrar da história, as coisas iriam se esclarecer. E se esclareceram...

Se deixou levar por promessas levianas, iludiu e enganou pessoas, traiu uma instituição que sempre o acolheu, inclusive nas duas vezes que tentou alçar voos maiores e caiu. Nas idas e vindas, sempre teve torcida, dirigentes e clubes ao lado, mas mentiu.

Provou, mais uma vez que, no mundo atual do futebol, assim como no mundo em si, palavra, honra e hombridade são coisas cada vez mais raras.

Que vá em paz e não volte nunca mais. Siga seu caminho e tente não fazer o que fez aqui. Tinha tudo pra sair pela porta da frente, ser lembrado pro resto da vida e até depois de sua morte pelos seus feitos, preferiu manchar e apagar, para ser lembrado como "mais um", apenas.

Lembrando que, se não fosse o ASA, seria mais um Cícero, apenas.

Tá chegando a hora que não chega.

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Parece que o tempo resolveu parar. Faltam apenas dois dias, mas, parece que já tem uma semana que ainda faltam dois dias, o tempo não passa. Não adianta ir estudar, trabalhar, beber, viajar, a cabeça está sempre na mesma hora e local, a segunda, 19 de outubro de 2015, 19:30. Independente de onde se esteja, a cabeça estará sempre neste mesmo local.

Acordar vezes durante a noite, se tiver a sorte de conseguir cochilar, passar os dias com as mãos e os pés suando que nem uma chaleira, coração acelerado o tempo todo, todo tempo, mas confiante que a espera valerá à pena, pois nunca foi fácil.

Ninguém achou que ia ser fácil quando Jaelson cabeceou a cobrança de escanteio de Marquinhos Girau, em 2000. Ninguém achou que ia ser fácil quando Veneno, zagueiro, estava no ataque em um cruzamento e colocou o ASA na frente lá na batalha do Acre, há 6 anos. Ninguém achou que bateríamos o ABC lá na Frasqueira, e calaríamos 55 mil vozes no Castelão. Ninguém pode-se chamar razão também, pois nossa emoção, o coração de torcedor, nunca desistiu, nem desistirá.

Aos poucos o tempo que não passa, passará. Aos poucos, o grande dia do ano de todo torcedor chegará. Enquanto isso, vale se apegar em tudo, mesmo que em vão, pois, se você se puser a orar desde agora até a segunda, nosso acesso virá sempre à mente e virará motivo de pedido e promessa, faça o teste.

O que acalenta é a certeza que dará certo. Que na segunda, por volta de 11 da noite, no máximo, Arapiraca parará novamente, comemorará incessantemente, e seu filho mais ilustre estará de volta à elite do futebol brasileiro, na sonhada Série B.

NÓS VAMOS SUBIR!

Aos que possa interessar.

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Nós temos vivido dia após dia durante esse ano com um único objetivo, e sonho: Nossa volta à Série B. Agora nos deparamos com mais um capítulo, que pode ser o último – e triste –, ou que pode prolongar por mais 2, ou 4, e nos trazer, de volta a alegria em nosso olhar no que diz respeito ao esporte bretão.

E agora está nos pés de vocês, senhores atletas. Está no pé de cada um que vai vestir nosso manto e entrará em campo no dia 19, defendendo mais do que um clube, defendendo toda uma cidade que vive em prol de uma Agremiação e que se entristecerá mais uma vez, caso não consigamos o que temos almejado desde aquele novembro de 2013.

Nós fizemos, e faremos nossa parte. Infelizmente, nada será suficiente se os senhores não quiserem. Mas se quiserem, saibam que temos plena confiança na qualidade de vocês e, mais ainda, depositamos confiança no caráter de cada um, no profissionalismo que fez nossa diretoria trazê-los para nos defender E HONRAR ESSA CAMISA que tanto pesa em nosso estado.

Pecamos, sabemos, durante essa trajetória. Todos pecamos em algum momento por algum motivo. Os motivos foram diversos, mas agora é hora de esquecer tudo e ver que cada gota de suor, cada discussão, cada choro, valeu à pena. É hora de, no dia 19, às 23 horas, sabermos que estamos de volta de um lugar onde não merecíamos NUNCA ter saído. É hora de cada um aqui escrever seu nome em nossa história. Seja como diretor, como jogador, como torcedor e até como secador, aos que torcem contra. Todos seremos integrantes de mais um capitulo na história da Agremiação Sportiva Arapiraquense.

Pensem nas suas famílias, senhores jogadores, e, pensem também, nas famílias alheias. Pensem na família que vai ficar aqui dependendo de nossa classificação. Na família de cada torcedor que sai do conforto de suas residências para apoiá-los, e chorar, sorrir, pelo alvinegro de Arapiraca.

Daqui a dois meses, no máximo, vocês vão embora. Irão seguir suas vidas, assinar novos contratos e iniciar novos trabalhos. Nós, não. Nós ficaremos aqui, possivelmente amargando mais um ano nessa situação, ou comemorando e agradecendo eternamente a cada um pelo esforço, pela garra, pelo pique a mais, pelo carrinho a mais, agradecendo por aquele “algo” a mais que nos trará tanta felicidade. Nossa libertação precisa vir. O grito está engasgado.

 

VAMOS SUBIR!

Parabéns, meu amor!

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Há quem diga que futebol é "apenas um jogo", que são apenas 90 minutos e que a diversão encerra ao apitar final do juíz. Quem fala isso, parafraseando o grande Dorival Caymmi, "Bom sujeito não é".

É inexplicável o sentimento que sinto pela Agremiação Sportiva Arapiraquense, o ASA de Arapiraca, ASA gigante ou, simplesmente, ASA. São aproximadamente 17 anos acompanhando meu clube, dos 20 que tenho. E embora muito novo, acompanhar o título de 2000 ainda hoje me marca. Ou lembrar da multidão de 2001 na frente do Coaracy, onde Julinho Porradão falou aquela frase história "Eu sou bicampeão, galera de Arapiraca." Cidade tomada pela apaixonada torcida alvinegra.

Há vários e vários momentos, outras conquistas, outras histórias, mas o intuito deste texto é apenas parabenizar e agradecer.

Parabéns ao time que transmite uma energia inigualável dentro de campo, um sentimento que está acima de qualquer palavra e ou atitude. Aquele time que nos faz ficar com o ouvido coladinho no bom e velho rádio de pilha, que nos faz tremer a cada lance importante, seja de ataque ou de defesa.

Ser alvinegro é chegar cedo no estádio, tomar sol durante basicamente o tempo todo e não reclamar de absolutamente nada. É bradar o "Uh, ASA Gigante" e ver todo o estádio fazer o mesmo. Ver os senhores na arquibancada charmosinha, transmitindo um sentimento apaixonado pelo time, mas, silencioso.

Só tenho a te agradecer, meu gigante, pelos bons momentos, pelas lágrimas de alegria, pelas noites sem dormir ansioso com uma partida, e, acima de tudo, pelo orgulho de dizer em qualquer canto: Sou matuto, sou guerreiro, sou ASA. Que daqui pra frente, mais e mais alegrias venham, que a cada dia mais haja motivo para torcer por ti, embora, eu saiba que jamais poderia nascer e torcer por outro time, eu sinto isso.

Nas cabeçadas de Jaelson, Edson Veneno e Nena. Nos "impossíveis" que Paulo Tenório fazia para que o alvinegro sempre DISPUTASSE as competições que se inscrevia. No "Arapiraca vai ter um time", em 1952, e em tantas e tantas histórias, A BRAVURA do Arapiraquense sempre esteve presente. O Povo de Arapiraca é representado por um clube que honra, em todos os aspectos, essa população tão aguerrida e sonhadora.

E se as alegrias em torcer por ti desaparecerem? Tem problema não, o orgulho vai sempre existir e no pulsar do meu coração, no correr do sangue das minhas veias, sempre vai haver um motivo para dizer: Sim, torço pelo ASA DE ARAPIRACA.

Parabéns pelos seus 63 anos, GIGANTE!

"O ASA Gigante Tornai": A produção

Cortesia - Highway Studio 144266297609 Estação Ferroviária de Arapiraca

Como dito anteriormente, utilizarei esse espaço, também, para falar do projeto que está em andamento sobre a história do ASA.

Quanto à iniciativa, partiu de duas pessoas. Eu e Isaías Maximiano, um dos sócios da Highway Studio, responsável por toda a produção da FaceASA TV. À época, eu estava produzindo o material de lá, juntamente com ele e o apoio de mais algumas pessoas.

Daí, conversamos e vimos que era possível tentar fazer com que o documentário fosse rodado, para exibição, a princípio, na própria internet. Mas, o ASA tem potencial para muito mais, e, a partir daí, decidimos fazer com que ele fosse exibido em salas de cinema, ao menos da nossa cidade.

Voltando à iniciativa, convidei os amigos, estudantes de engenharia, Leandro Marinho e Sávyo Silva. Além de Danillo Henrique, universitário que, também, mora em Maceió. Todos prontamente aceitaram e, a partir daí, fomos vendo o que se encaixava e, o que seria de bom grado colocar no nosso projeto.

O apoio da diretoria do ASA tem sido fundamental no processo de criação, e no uso das dependências do estádio, inclusive em dias de jogos. já que imagens in loco dos jogos têm gerado material de primeira qualidade.

Sobre as especificações técnicas, o documentário está sendo rodado totalmente em Full HD, até pelo fato de termos decidido fazer algo na grandeza de nosso clube e cidade, e se fosse para fazer qualquer coisa, era melhor não fazer.

Quanto aos entrevistados, Sr. Luiz Evangelista, goleiro do título de 1953, Cláudio Barbosa, ex-setorista do ASA na Novo Nordeste, Maestro Jovelino e o presidente do acesso, Celso Marcos, estão entre eles.

Não, diploma NÃO é Status.

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Que a internet facilitou nossa vida em muita coisa, isso, com certeza. Mas, como todos sabem, há o seu lado negativo, principalmente das pessoas que a utilizam, digamos, para o mal.

É meio desanimador sair 7 horas da manhã, pegar "busão.rar" para chegar a uma Universidade e sofrer com calor, cara feia de professor e etc, e ver algumas pessoas que nem ao trabalho de se matricularem em uma IES se dão, virem dizer que diploma é status e que, ela, tem mais conhecimento na área do que quem rala todo dia, de segunda a sexta (sem contar os extras) numa Universidade para sair diplomado e, assim, ser, oficialmente um profissional da área, quer seja qual for.

A mania de alguns bloggers de dar dicas para tudo, se tornou algo um tanto quanto concorrente ao conhecimento de quem investe na sua formação.

Tiremos, por exemplo, na Educação Física. Quem segue "os padrões", tem que se dedicar a aprender a Anatomia, a Fisiologia do Exercício, a Biomecânica, para que seus alunos recebam o melhor tratamento possível. Daí, vem alguns fortões, que só porque "malham" (Sim, MALHAM), dar dicas de academia e desvalorizar teu trabalho. Afinal, ele cresceu na marra. Mas, esquece de dizer que o "músculo é burro", ou seja, fazendo a execução do exercício de forma correta, ou não, ele tende a crescer.

Mas, no futuro é que essas pessoas que treinam com os personals de Instagram, verão o resultado de treinar com alguém que tem um pensamento tão baixo sobre ser diplomado. O corpo um dia responderá aos estímulos dados hoje. Se você treinou com alguém capacitado, dificilmente seu corpo dará alguma resposta negativa. Já se você treinou com o profissional de blog, veremos as consequências..

Por que o treinamento funcional?

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Saindo um pouco do ASA, vamos falar hoje de treinamento funcional. Área no qual desejo me especializar, já que sou, também, graduando em Educação Física pela Universidade Federal de Alagoas.

Primeiramente, o que é "Treinamento funcional"?

Na linguagem do mundo Fitness, o "Treinamento Funcional" é todo movimento que melhora a condição física para execução de determinada tarefa, até pelo fato dos movimentos do MTE (MultiFuncional Training Exercise) serem semelhantes ao que fazemos em nossas atividades diárias. Ele se baseia em movimentos naturais no qual o corpo foi "feito" para executar, como saltar, agachar, empurrar, girar e correr.

A principal diferença entre o treinamento funcional e a musculação convencional, é a forma na qual os músculos são trabalhados. Enquanto o TF trabalha grupos musculares, a musculação preza pelo isolamento do músculo.

Treinamento Funcional emagrece? E a hipertrofia, posso chegar no meu objetivo com o TF?

O treinamento funcional emagrece, sim, até pelo fato de ser baseado em atividades aeróbicas. Já no caso da hipertrofia, a literatura ainda destoa muito. Enquanto uns afirmam que há, sim, o ganho de massa muscular no MTE, outros afirmam que não. Mas, uma coisa certa: No caso da hipertrofia, a musculação convencional ainda é a melhor saída.

Melhoras do organismo em relação com a prática do Funcional.

A maioria dos que praticam esse treinamento, busca e alcança (se fizer rotineiramente) o condicionamento físico ideal, além da perda de peso, tonificação muscular, melhora da flexibilidade, otimização da coordenação motora e equílibrio.

Quem pode fazer? Há idade para se iniciar?

Todo mundo pode fazer, independente de idade, sexo ou qualquer outra coisa. Este benefício de inclusão do TF se dá pelo fato de se trabalhar apenas com o peso do próprio corpo e, em torno de seu próprio eixo. Em alguns casos, pesos extras são utilizados (sobretudo com o Kettlebell), mas, são exceções.

Em Arapiraca, onde fazer?

Alguns CT's/Estúdios de TF já existem na cidade, além da prática ao ar livre no Parque Ceci Cunha às segundas, quartas e sextas, com o benefício de se trabalhar na "caixa de areia" do parque, o que aumenta, ainda mais, o condicionamento muscular.

 

Coração Gigante!

Isaías Maximiano 14421605543019

É inegável que Arapiraca respira o ASA, apesar de todas as dificuldades que nosso alvinegro está passando, inclusive, no quesito público nos estádios.

2015 começou diferente pelo simples fato de ter à frente pessoas que nunca se depararam com a realidade do futebol até então, mas, torcedores alvinegros apaixonados que sempre acompanharam o clube onde quer que fosse.

Ter jovens apaixonados "no comando" deu uma cara diferente ao ASA, um espírito aguerrido ao clube que sempre se caracterizou pela raça. Este é o ASA "diferente em 2015".

E é com esse espírito de torcedor que as coisas estão sendo conduzidas aqui pelas bandas de Arapiraca, lógico, com a responsabilidade que um clube de futebol necessita.

Por outro lado, a torcida parece ter abraçado a diretoria em certos pontos. Talvez ter um verdadeiro torcedor abnegado à frente, dê ao restante dos torcedores, uma espécie de reflexo e, verem que Bruno Euclides e os demais trabalham com amor, prezando pelo nosso bem comum, o ASA, dá uma confiança ainda maior.

É perceptível essa confiança e admiração. Em meio à crise que o clube viveu há pouco menos de duas semanas, a torcida abraçou a direção e, se pôs contra os que queriam "greve", mesmo entendendo o lado profissional dos atletas. Bruno e os demais são tratados como heróis e, tenho certeza, com o acesso chegando, essa parceria torcida-diretoria tende a aumentar para colocarmos o ASA de volta aos eixos, levando ao patamar que realmente merece, até porque, convenhamos e, com todo o respeito a outros clubes que disputam tal competição, a Série C é pouco para o alvinegro, para o que alcançou e representou no Nordeste nos últimos anos.

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